Almeida Garrett

Almeida GarrettVida e Obra

Almeida Garrett (1799/1854). João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett ocupa no nosso devir cultural e literário um dos seus lugares “fundadores” pelo papel pioneiro e preponderante que desempenhou numa das “crises” que mais metamorfosearam a fisionomia da Nação: a que no decurso da 1ª metade do séc. XIX – período coincidente com a vida do escritor – correspondeu, no campo político-social, à dificultosa implantação do liberalismo e, no campo artístico, à “revolução” romântica. Pensar Portugal e participar na construção da nova “ordem” pública unem-se inextricavelmente em Garrett à questionação do “eu” e da existência, a pedirem-lhe, para dizer-se, formas de expressão renovadas. O seu discurso poético utiliza múltiplos registos neoclássicos: odes entusiastas, elegíacas ou faceciosas, tragédias que evocam tiranicídios, como Catão ou Mérope, farsas que troçam do reacionarismo ou do mal-estar existencial, entre outras.

Escultor
João Cutileiro

Mecenas
SILCOGE, Sociedade Construtora de Obras Gerais, S.A.

Pétala 20

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