Final de Orientação Pedestre no Parque

Realiza-se no próximo dia 8 de dezembro, domingo, entre as 10h e as 15h, a final do Circuito Nacional Urbano de Orientação Pedestre 2013, contituída por duas etapas, sendo a primeira durante a manhã no centro histórico da vila de Oeitas e a segunda, durante a tarde, no Parque dos Poetas, um dos ex-libris do município.

Uma prova aberta a todos, tanto em competição como por puro lazer.

Informações e inscrições:
Clube Português de Orientação e Corrida
www.cpoc.pt

 

Barrigas & Companhia

No passado dia 7 decorreu, uma vez mais no Parque dos Poetas, a já tão esperada Barrigas & Companhia, organizada pela Get White. Embora o dia se apresentasse sob forte calor que levou a que as atividades fossem suspensas entre as 13h00 e as 17h00, esta iniciativa contou com 17.853 visitantes. Esta é uma atividade anual dedicada à natalidade e à família onde tem lugar várias palestras, workshops, troca de experiencias que visam a gravida, o bebé e a família em que se insere. Foi um dia para brincar e aprender.

Um dia diferente

O Parque dos Poetas – 2ª fase B foi o local escolhido para passar um dia diferente: desde troca de livros, canto de colo, espetáculos musicais, declamação de poemas, encontro com escritores, poemas em vídeo, feira do livro, serão de contos, oficina de sussurradores, entre outras atividades, para crianças e adultos  tudo girou à volta da leitura.
08.BIBLIOTECAS

Festival Oeiras a Ler anima o Parque

O trabalho que as bibliotecas municipais de Oeiras têm desenvolvido na área da promoção da leitura e das literacias vai ser apresentado num evento, para toda a população, que acolhe e promove propostas de contadores de histórias e diversos momentos de intervenção artística, pedagógica e lúdica. Esta iniciativa intitula-se Festival Oeiras a Ler e realiza-se ao longo de todo o dia 22 de junho, das 10H00 às 23H30, no Parque dos Poetas – 2ª Fase B. A entrada é livre.

1001035_4679313990844_988228950_nO Teatro infantil “Rometa e Julieu” abre o programa, às 10H30, ao qual se seguem Rodas de Contos, às 11H00. A música também marca presença e atuam a Orquestra Geração, às 11H30 e o Coro S. Bruno, às 15H00, abre o programa da tarde.

Às 16H30, tem lugar Caligrafias do mundo – Ler na Era da Técnica, com Francisco José Viegas, Gonçalo M. Tavares, Luís Cardoso e moderação de José Eduardo Agualusa.

À noite, o Festival Oeiras a ler prossegue com o Espetáculo Poetas à Solta, com José Fanha e Carlos Alberto Moniz, seguido, às 22H00, por um Serão de contos.

Ao longo de todo o dia decorrem as iniciativas “De mão em mão” (recolha de livros escolares usados) e oferta/troca de livros, feira do livro, hora do conto, peddy paper e muitas outras atividades

Este evento da Câmara Municipal de Oeiras pretende sublinhar a nossa memória coletiva e individual e divulgar um dos ex-libris de Oeiras que constitui uma das suas marcas inquestionáveis. É, por isso, um imperativo incontornável promover eventos que dinamizem e tornem visível aos nossos munícipes, esta polis da palavra poética, que fala de forma inequívoca na aposta que o Município tem feito na construção de infraestruturas culturais que fazem do nosso município um lugar de referência. No Parque dos Poetas a paisagem também é memória, coletiva e individual, natural e cultural, convivendo no mesmo espaço e constituindo um dos fios da sua textura poética. Nela se cumprem sonhos, palavras proferidas por alguns dos autores mais prestigiantes da nossa literatura. Da vontade de celebrar a vida e a palavra nasce este festival, oferecendo um programa alargado que convida a todos a desfrutar de um dia diferente.

O convite é: Apareça.
Viaje pelo sonho e venha celebrar a natureza, a poesia e a vida…

Consultar o programa aqui.

Mais informação em http://oeiras-a-ler.blogspot.pt/

Festival Oeiras a Ler no Parque dos Poetas

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O Festival Oeiras a Ler pretende concentrar o trabalho de fundo e continuidade que as Bibliotecas Municipais têm desenvolvido na área da promoção da leitura e das literacias, numa iniciativa mais alargada, aberta à comunidade, acolhendo e promovendo propostas de contadores de histórias e diversos momentos de intervenção artística, pedagógica e lúdica.

Um evento que pretende sublinhar a nossa memória coletiva e individual e divulgar um dos ex-libris de Oeiras que constitui uma das suas marcas inquestionáveis.

No Parque dos Poetas a paisagem também é memória, coletiva e individual, natural e cultural, convivendo no mesmo espaço e constituindo um dos os da sua textura poética. Nela se cumprem sonhos, palavras proferidas por alguns dos autores mais prestigiantes da nossa literatura.

Da vontade de celebrar a vida e a palavra nasce este festival, oferecendo um programa alargado que convida a todos a desfrutar de um dia diferente.

Apareça. Viaje pelo sonho e venha celebrar a natureza, a poesia e a vida…

“É um parque do belo e do maravilhoso”

Uma “obra mágica”, um “parque do belo e do maravilhoso”, uma obra que representa “um ponto de chegada de um período único de transformação do Município” mas, simultaneamente, um “ponto de partida de uma nova fase no desenvolvimento de Oeiras”. Foi desta forma que o presidente da Câmara Municipal de Oeiras descreveu o Parque dos Poetas, no dia em que o concelho assistiu à inauguração da zona B da 2.ª fase da obra.

Centenas de pessoas marcaram presença num final de dia frio e assistiram ao momento em que uma nova fase do Parque dos Poetas passou a fazer parte do património de Oeiras. As mesmas pessoas ouviram a poesia declamada por José Fanha – acompanhado por músicos da Roda do Chorinho de Lisboa – e a música de João Gil e Luís Represas, que apresentaram ao vivo cinco temas, dois dos quais em estreia e criados especialmente para o evento.

A festa de inauguração terminou com a apresentação do espetáculo de água, luz e som da Fonte Cibernética, junto ao grande lago da Ilha dos Amores de Luís de Camões.

Recorde-se que o Parque dos Poetas (1.ª fase) abriu portas no dia 7 de junho de 2003, assumido, desde logo, como um novo ex libris do concelho. Dez hectares para homenagear 20 poetas do século XX, num parque urbano de características únicas.

O projeto começa a completar-se agora com a consagração de outros 13 vultos literários, desde os Trovadores à Renascença, numa área de sete hectares, mantendo-se o princípio da Alameda dos Poetas como eixo estrutural do parque, garantindo a ligação e a continuidade da primeira fase para a segunda.

Na intervenção proferida na oportunidade, o presidente da Câmara Municipal de Oeiras, referindo-se concretamente à obra, destacou o trabalho e a “arte mágica dos escultores” que permitiu homenagear “o espirito e o génio da poesia”, realçando, no entanto, que a arte do parque não se resume a poetas e escultores, estende-se a “arquitetos, engenheiros, jardineiros, artesãos, pedreiros, calceteiros, cantoneiros, economistas, gestores ou juristas que foram capazes de se ajudar em torno de um objetivo comum”.

Por tudo isso, disse, “esta é quase uma obra mágica”, que tem de ser interpretada “no seu todo e para além do visível: é um parque botânico, pela multiplicidade e exotismo das espécies arbóreas e arbustivas; é um parque multicultural, em que as esculturas se unem numa só cultura que é de todos; é um parque da poesia, porque os poetas e os poemas nele estão presentes mas onde os poetas e a poesia são o pretexto para o imaginário e génio criativo dos escultores, por isso é também um parque de arte pública contemporâneo, repositório das correntes estéticas do século XX e XXI; finalmente, é um parque onde a arquitetura paisagística coordena e integra, de forma magnífica, todas as outras dimensões culturais; é um parque do belo e do maravilhoso”.

Abertas as portas de uma nova fase do Parque dos Poetas

Com uma festa onde a poesia e a música foram rainhas abriu portas, no passado dia 16 de fevereiro, a Zona B da 2ª Fase do Parque dos Poetas.

O poeta José Fanha, os músicos da Roda do Chorinho de Lisboa – Eduardo Miranda (bandolim) e Carlos Lopes (acordeão) –, João Gil e Luís Represas associaram-se à celebração da cultura e da poesia, num festejo que terminou com um espetáculo de luz e som na fonte cibernética.

Esta nova zona do Parque que presta homenagem aos poetas e aos escultores da lusofonia. Com uma extensão de cerca de sete hectares esta nova zona situa-se na extremidade sul do Parque (entre a Rua Carlos Vieira Ramos e o viaduto do Espargal).
Concretização dos desejos de, por um lado, dotar o concelho de Oeiras de um grande parque urbano vocacionado para o lazer, o desporto e a cultura e, por outro, homenagear e enaltecer os poetas e a poesia nacional, o Parque dos Poetas começa a ser sonhado ainda nos anos 90.

Associar a poesia e a escultura num tributo à cultura portuguesa do século XX foi a premissa inicial da qual partiram o poeta e escritor David Mourão-Ferreira e o escultor Francisco Simões e foi assim que surgiu a ideia de uma Alameda dos Poetas.
De alameda passou a parque, dos poetas do século XX para a poesia e a língua portuguesa, em Portugal e no Mundo, dos escultores para as artes plásticas, para a expressão paisagística e para as formas mais inovadoras de conceber um parque urbano.
Com projeto assinado pelos arquitetos paisagistas Francisco Caldeira Cabral e Elsa Severino, o Parque dos Poetas (1.ª fase) abriu portas no dia 7 de junho de 2003, assumido, desde logo, como um novo ex libris do concelho. Dez hectares para homenagear 20 poetas do século XX, num parque urbano de características únicas.
O projeto começa a completar-se agora com a consagração de outros 13 vultos literários, desde os Trovadores à Renascença, numa área de sete hectares, mantendo-se o princípio da Alameda dos Poetas como eixo estrutural do parque, garantindo a ligação e a continuidade da primeira fase para a segunda.
Desde a sua génese um projeto de muitas pessoas, o Parque dos Poetas é, a cada dia, uma obra de mais ainda. É de todos aqueles que já o visitaram, de todas as crianças que já ali brincaram, de todos os casais que ali se beijaram. É sua. Seja bem-vindo. Viaje pelo sonho.