José Régio

José RégioVida e Obra

José Régio, pseudónimo literário de José Maria dos Reis Pereira foi, de facto, um dos poetas contemporâneos que maior êxito teve junto das pessoas, mesmo das menos conhecedoras de poesia. Nasceu a 17 de Setembro de 1901, em Vila do Conde e faleceu na mesma cidade a 22 de Dezembro de 1901. Poeta, dramaturgo, romancista e novelista, foi, também, ensaísta e jornalista, entre outras atividades. Em 1925 licenciou-se em Filologia Românica, com a tese As Correntes e as Individualidades na Moderna Poesia Portuguesa. Nela fala de Sá-Carneiro e de Fernando Pessoa, poetas praticamente desconhecidos, na altura. Talvez por isso, a tese não foi apreciada.

Em 1927, com Branquinho da Fonseca e João Gaspar Simões, José Régio funda a revista Presença e através dela, Sá Carneiro, Pessoa e todo o nosso modernismo serão enfim reabilitados. José Régio foi um dos principais impulsionadores desta revista e permaneceu nela até 1940, ano da sua extinção. O movimento estético e literário criado em torno da Presença é designado como modernismo. Colaboraram na Presença escritores como João Gaspar Simões, Vitor Nemésio, Miguel Torga e a revista teve o mérito de ter divulgado a moderna literatura europeia – Proust, Appolinaire, Gide, Pirandello, entre outros. A Presença defendia em literatura a dimensão psicológica e a via a-histórica.

Leitura Escultórica
Escultura
Escultura de pernas curtas, um pouco fletidas, como um homem primitivo que buscasse postura mais ereta. À volta do seu corpo tem uma vide; a vide significa ao mesmo tempo vida e bastão de peregrino.

Leitura Poética
A sua representação aponta para o homem introspetivo, confessional. Tendência psicologizante própria de alguns neorrealistas.

Escultor
Francisco Simões

Mecenas
TECNOVIA, Sociedade de Empreitadas, S.A.

“Casa do Poeta”
“Casa Museu José Régio” – Av. José Régio 4480-671 Vila do Conde  Tlf.  252 248 400
e-mail: cmjoseregio@um.geira.pt

Pétala 46

 

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